Beba Bhama e jogue como o gordo; Assim dizia o manual do atleta moderno e artilheiro.


Leônidas fazia gols de bicicleta com pés descalços
E o Adriano não fala com a imprensa que o criticou
Barbosa morreu injustiçado
E o Rogério Seni nem queria ir para a copa
Serginho Chulapa rasgava adversários de várias maneiras
E o Ronaldo tem ância de vômitos ao ser pressionado
Carlos Alberto fez gol de titulo e cruzando perfeitamente
E o Cafu é a maior mentira do gênero
Rivelino distribuía elásticos
E o Ronaldinho Gaúcho faz propaganda de celular
Clodoaldo fazia fila
E o Lúcio quer ser melhor que o Gamarra
Paulo César Caju fazia embaixadas em clássicos
E o Kaká só dá toquinho pro lado
Branco decidia jogos vitais
E o Roberto Carlos veste a máscara pro baile
Falcão chapelava os grandalhões
E o Emerson é só um número
Eu quero ver os jogadores chorarem na vitória e na derrota
Eu quero ver os jogadores ganharem um fusca do presidente
Eu quero ver os jogadores na rua jogando pelada
E não fazendo piruetas com a bola na propaganda da Pepse
O campo é o palco,
Quero ver lançar de letra,
Passar de calcanhar,
Jogar na caneta
E lançar de três dedos no peito do companheiro,
Que dando um corte seco,
Vai desequilibrar o zagueiro
E chutar no ângulo
Como Nelinho sempre fazia.
Como Didi sempre fazia.
Como até o Neto fazia.

diego marcell - poética em estética modertrô
(29-06-06)

Bola na rede




Bola na rede é um fetiche
Se for chorando
Se for gritando
Se for no ângulo, então
A coruja não dorme mais
Guarda na gaveta
E descansa em paz.

Diego Marcell
03/08/10

Eu não aguento os comentários de Paulo César Vasconcelos no Sportv




Com seu ar de sabichão do futebol e seus julgamentos preconceituosos e inquestionáveis, mantém-se frio e calculista, apesar de mandar dois verbetes esdrúxulos e característicos da sua pessoa, num faveleis de churrasco de domingo, sempre que há uma goleada ele lança seu famoso “sapeca iá iá”, e sua outra expressão que eu ainda não consegui entender é o tal do “currupio” que ele profere em certas ocasiões.
“Eu não gosto de apontar vilões, como sempre fazem, mas o Felipe Melo foi o vilão dessa Copa!” (parafraseado) foi isto que ele falou de cara lavada, este comentarista chato do Sportv , logo após a derrota brasileira para a Holanda.
Ao persistir que o Dunga não deveria se manifestar descontente quanto as marcações do arbitro japonês, PC repetia que o Brasil só deveria se preocupar em jogar bola; desrespeitando assim o temperamento daqueles que ao contrário dele, tem sangue nas veias e não se tornam indiferentes as injustiças decretadas pelos péssimos árbitros que apitam por aí.
Diferente dele, eu não suporto aqueles que ao levarem, por exemplo, um cartão injustamente, viram as costas apáticos a situação e não protestam pela verdade; ou como o próprio PC, que julga dentro de seus conceitos jornalísticos aquilo que lhe apraz, sem colocar-se no lugar daqueles que vestem a camisa e entram em campo. Paulo Cesar Vasconcelos e Renato Mauricio Prado são típicos faladores da TV esportiva que expelem seus comentários das suas estáveis posições dos estúdios de tevê, ou das suas torcidas cegas por algo que faz parte de um sistema altamente comercial do esporte nacional.
Mas também deixo meu destaque ao comentarista André Rizek, que esboça uma análise imparcial (apesar de particular e com personalidade, já que a imparcialidade absoluta além de não existir, não tem a sua razão intrínseca) a respeito do jogo.
E que pelo menos dessa vez a Holanda vença a Copa.

Diego Marcell
02/07/2010

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails